Conversando com Paulinho Moska

Fui convidado para um pocket show do Paulinho Moska, pela equipe do Brasília Shopping, que está reinaugurando seu Espaço Cultural ( na semana passada estive no mesmo espaço com o Nandico e a Soraya apresentando o World Usability Day, mas essa é outra história).

O Espaço é bastante confortável, para cerca de cem pessoas, e a acústica e iluminação são excelentes. O Moska chegou um pouco atrasado, e sentou no barquinho já puxando conversa. Ele está há seis anos como artista independente, e lançando o disco duplo Muito Pouco. Contou sobre a sensação de se sentir livre de prazos e pressões, e como essa desaceleração impactou no seu trabalho e na sua vida. Ele falou também sobre a questão do olhar interior, que nos permite ver a beleza em coisas simples, e sobre como a contemplação obtida por meio de uma vida menos corrida nos ajuda a enxergar criativamente todas as outras coisas.

Achei o papo bem interessante e honesto, e o formato de Pocket Show bem legal. Percebi a paixão do artista em ouvir, em estar perto do público. Outra coisa engraçada foi perceber que a equipe dele é de groupies, não de roadies. O técnico de som o observava do palco, visivelmente encantado com a performance e feliz por trabalhar com o Moska. Uma moça da equipe dele nos recebeu na entrada do Teatro, extremamente simpática.

Confira as 3 músicas que ele tocou, na integra:



ps: na minha opinião, "Muito Pouco" ficou melhor assim do que com a Maria Rita, pareceu menos forçado, mais autentico.

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